A minha coleção de páginas eletrônicas
A minha coleção de páginas eletrônicas, contendo as obras sob minha responsabilidade
A minha coleção de páginas eletrônicas, contendo as obras sob minha responsabilidade, envolvendo a combinação de ritmos e sons
A minha coleção de páginas eletrônicas, contendo as obras sob minha responsabilidade, envolvendo a combinação de ritmos e sons, a ser considerada por mim para o ano 2016 do calendário gregoriano
"Quando Alguém Vive para Morrer" (a obra sob minha responsabilidade, envolvendo a combinação de ritmos e sons, a ser considerada por mim para o ano 2016 do calendário gregoriano, e contendo segmento na coleção de obras "O Dono do Nada – O Dono do Nada e a Vida de Quem Vive")
Eu sei que aqui vive-se para morrer, vive-se para morrer, vive-se para morrer
Eu não tenho planos para este mundo nem projetos de produção
Eu não tenho pontes nem procedimentos que garantam o bem-estar da população
Eu não tenho partidos com o tempo nem coordeno proteção
Eu não tenho potencial de estratégia que impermeabilize concentração
Eu vivo para morrer
Eu vivo para morrer, eu vivo para morrer, eu vivo para morrer
Eu vivo para morrer, eu vivo para morrer, eu vivo para morrer
Eu vivo para morrer, eu vivo para morrer, eu vivo para morrer
Eu vivo para morrer, eu vivo
Eu não conto as horas nem de trás para frente ou reclamo ansioso por intervenção
Eu também não enxergo direito quando não espero por alheia determinação
Eu tenho tudo guardado até no lado avesso da indisposição
Mas eu faço questão de ensaiar o enredo alheio adiantando a minha interpretação
Eu vivo para morrer
Eu vivo para morrer, eu vivo para morrer, eu vivo para morrer
Eu vivo para morrer, eu vivo para morrer, eu vivo para morrer
Eu vivo para morrer, eu vivo para morrer, eu vivo para morrer
Eu vivo para morrer, eu vivo
Eu não ando abraçado com o ritmo da sintonia da contradição
Mas eu sinto um conforto insosso quando se trata de operacionalização
Eu entendo dos cortes dobrados prestando atenção em qualquer gesticulação
Eu disputo, em um jogo adoidado, quem ganha e quem perde a ciência da dinamização
Vive-se para morrer
Vive-se para morrer, vive-se para morrer, vive-se para morrer
Vive-se para morrer, vive-se para morrer, vive-se para morrer
Vive-se para morrer, vive-se para morrer, vive-se para morrer
Vive-se para morrer, vive-se
Eu não tenho planos para este mundo nem projetos de megaprodução
Eu não tenho pontes nem procedimentos que garantam o bem-estar da população
Eu não tenho partidos com o tempo nem coordeno superproteção
Eu não tenho potencial de estratégia que impermeabilize concentração
Vive-se para morrer
Vive-se para morrer, vive-se para morrer, vive-se para morrer
Vive-se para morrer, vive-se para morrer, vive-se para morrer
Vive-se para morrer, vive-se para morrer, vive-se para morrer
Vive-se para morrer, vive-se
Eu não conto as horas de trás para frente nem reclamo ansioso por intervenção
Eu também não enxergo direito quando não espero por alheia determinação
Eu tenho tudo guardado no lado avesso da indisposição
Mas eu faço questão de ensaiar o enredo alheio adiantando a minha interpretação
Vive-se para morrer
Vive-se para morrer, vive-se para morrer, vive-se para morrer
Vive-se para morrer, vive-se para morrer, vive-se para morrer
Vive-se para morrer, vive-se para morrer, vive-se para morrer
Vive-se para morrer, vive-se
Eu vivo para morrer
Eu vivo para morrer, eu vivo para morrer, eu vivo para morrer
Eu vivo para morrer, eu vivo para morrer, eu vivo para morrer
Eu vivo para morrer, eu vivo para morrer, eu vivo para morrer
Eu vivo para morrer, eu vivo
Eu tento andar invisível, mas eu quase sempre chamo desatenção
Porque eu estou escondido ao redor das pessoas comuns da aglomeração
Vive-se para morrer
Vive-se para morrer, vive-se para morrer, vive-se para morrer
Vive-se para morrer, vive-se para morrer, vive-se para morrer
Vive-se para morrer, vive-se para morrer, vive-se para morrer
Vive-se para morrer, vive-se